Parcerias

Parcerias

"No decorrer dos anos, com olhar e postura abertos para o outro e outras linguagens, parcerias foram surgindo. Às vezes duraram alguns dias, outras  duraram anos e perduram até hoje. Seja na área do teatro, da dança, do texto, das traduções e adaptações, na criação de roteiros, performances ou construções pedagógicas e didáticas para a Paz, fomos tecendo várias obras em parcerias."

Vitor Bortolucci Junior (Vitão)

"Compositor, companheiro de vida e do Teatro Popular União e Olho Vivo. Juntos vivemos a arte de ser felizes juntos e de criar músicas e cenas que inspirassem o respeito a toda gente."

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Jean Pierre Barreto Leite

"Iniciamos nosso encontro mágico, no Novotel de Belém, durante as filmagens de "Brincando nos Campos do Senhor". Nós tínhamos o barco "Julia", em conjunto com o projeto Navegarte. Vivíamos no paraíso das águas amazônidas, igarapés, canoas (casquinhos), sumaumeira mestra, crianças, pais e avós ribeirinhos, açaí, jiboia adotada, gaviões filhotes, botos e muitos cantos, música e arte. Jean Pierre foi cenógrafo, percussionista, e professor em nossos trabalhos."

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Aline Santana Lôbo

Pedagoga, mestre em Ciências e Humanidades, professora da Rede pública de Educação do Estado de Goiás, atua na cidade de Pirenópolis, flautista. Atua como professora de musicalização, pesquisadora de festas populares com foco na música. https://m.facebook.com/profile.php?id=100021925476829&ref=content_filter

"Aline Santana Lobo mais que uma parceira é uma amiga, uma irmã querida com a qual compartilho propósitos e práticas artísticas, pedagógicas e espirituais. Em "Nossa Terra Desvendar" https://www.youtube.com/watch?v=RITviLiplZg&t=175s Aline integrou a equipe de artistas criadores da perfomance coletiva junto à expressão das sonoridades. Sua pesquisa sobre Folia de Reis, sua sensibilidade humana e musical e o talento nato para a educação sempre enriquecem os projetos que coordena junta a escolas e jovens, em Pirenópolis. A participação dos músicos e repertório da trilha sonora de "João Pé de Chumbo, seus segredos"https://www.youtube.com/watch?v=tmKtszup6UY foi dirigida por ela."

Ricardo Saunders

"Artista  plástico paraense que chegou em Pirenópolis e tomou meu coração. Certa vez, no início do milênio, saímos com duas câmeras a registrar a cidade, e trocamos de câmera, para disfarçar autoria. Homem de grande  lucidez e generosidade ensinou aos que com ele estiveram a vivermos simplesmente e mergulhados na fé de cada instante. Reverencio sua presença."

 

Maria Conceição Conte

"Maria Conte, filósofa e artista 24 horas. Parceira de todas as horas e criares. Textos, intervenções urbanas, passeios, asseios, poemas, cores, festivais... Saíamos às ruas de São Paulo de máscaras para evitar e denunciar a poluição; tintura de Henna nos cabelos a demonstrar a que viemos, entramos como anti-Butoh no Festival de Butoh, éramos ligadas ao underground, à Zé Celso e ao Tai Chi. Vivemos o presente em sua total solidariedade e criacão. Com ela também aprendi a morrer sem apegos materiais. Gratidão por nossas tantas arrelias e gargalhadas, amiga querida."

Samuel Karajá

"Conheci Samuel Yrewana Karajá durante as filmagens de 'Brincando nos Campos do Senhor', filme de Hector Babenko, realizado em Belém do Pará e arredores, em 1990. Desde então uma grande amizade e parceria nos une. Já criamos, junto com Carlos Xavante e João Terena, um roteiro de Teatro-Dança - 'Purutuia'; Samuel também participou de algumas aulas junto aos meus alunos na Escola de Musica e Artes Cênicas da UFG."

Rodrigo Peixoto

Rodrigo Peixoto Barbara é PERFORMATOR licenciado em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Goiás, doutorando e mestre pelo Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Performances Culturais/UFG. No campo cênico experiencia e desenvolve estudos com ênfase no triálogo: interpretação, dança (expressão corporal/Somato-psicopedagogia) e arte-teatro-educação.

"Katsue Yuba, amiga e parceira desde 1986, é como um pássaro corajoso que mergulha profundo em suas experiências e sentimentos. Cria desenhos e textos, costura, faz instalações com madeira e pedra, cozinha, e canta, canta, canta...

A sabedoria da Comunidade Yuba e de seus ancestrais, se revela em suas memórias e criações, trazendo à luz o saber tradicional da Comunidade Japonesa que se instalou no Brasil por volta de 1930."

Alexandra Magalhães Zeiner

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